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  • joaovitorjacintho1

Qual a importância da diversificação nos investimentos?

Para os investidores que queiram ter resultados significativos em sua carteira, a diversificação dos seus investimentos é a forma mais segura e recomendada que se pode ter. Em uma carteira de investimentos é sensato incluir ativos variados tanto na renda fixa como na renda variável. Além disso, também não se deve esquecer da elaboração de um fundo de emergência.


O objetivo da diversificação de investimentos está em minimizar os riscos, de modo a limitar a exposição para futuros prejuízos no mercado financeiro, como a queda de valor de ativos específicos e que impacte diretamente na cotação de ações ou no aumento da inflação do país, tornando a renda fixa menos atrativa.


Como funciona a diversificação nos investimentos

Existem vários motivos que você deve avaliar antes de diversificar os seus investimentos. A administração de risco deve ser o principal fator. Tenha em mente ativos com correlação negativa, como a Bolsa de Valores, Bitcoin e o dólar. Geralmente esses ativos costumam variar.


Para entender o que seria essa correlação negativa, digamos que o Dólar e o Bitcoin se valorizam muito sobre o real em um determinado dia: geralmente isso resulta em uma queda na Bolsa de Valores brasileira, sinalizado principalmente pelo índice Ibovespa.


Vamos imaginar um cenário onde a inflação está controlada, a taxa de desemprego baixou e a demanda por empregos no país está alta. Neste momento, tem-se a possibilidade que o Banco Central faça uma redução na taxa básica de juros, favorecendo um investimento na renda variável, por exemplo.


Gerenciando os riscos da carteira

A diversificação de investimentos é recomendada para gerenciar os riscos da sua carteira. Ela não é necessariamente uma estratégia, apesar que muitos investidores assim a classificam, mas também é a maneira mais segura de se investir na renda variável.


Através da alocação estratégica de ativos, seja com pouca ou nenhuma correlação, vai ficar mais fácil definir um controle dos seus riscos de acordo com o perfil do investidor. De forma geral, os ativos de renda fixa têm menos riscos do que renda variável. Como índice de referência para a renda fixa, se tem a taxa selic, que ajuda a mensurar qual a rentabilidade de um ativo desse tipo de investimento.


No entanto, apesar dos menores riscos de variação dos seus lucros ou rentabilidade de seus ativos, o principal foco da renda fixa é justamente a segurança e muitas das vezes liquidez, em caso de se construir uma reserva de emergência. Já a renda variável tem um potencial de trazer lucros maiores investindo em como ações, índices, ETFs, etc.


Quando você faz a aquisição de uma carteira de ações, além de haver uma correlação entre os ativos alocados, você também deve ficar atento a fatores externos e internos do mercado, como os movimentos dos setores da economia.


A elaboração de uma reserva de emergência

Existes diversos tipos de estratégias diferentes para a construção de uma reserva de emergência, mas que também deve ser considerada na construção de sua carteira de ativos. Como o próprio nome já diz, a reserva de emergência deverá cobrir futuros gastos, como uma despesa médica ou uma viagem de última hora, sem ter nenhum impacto na diversificação da sua renda alocada tanto na renda fixa ou renda variável.


De qualquer modo, saber fazer uma boa diversificação nos investimentos sozinho não é uma tarefa fácil. Saber em quais ativos investir, assim como qual valor colocar para cada um desses ativos exige estudo, acompanhamento do mercado e da economia, além de foco para gerar as melhores oportunidades. Por conta disso, existem empresas e profissões voltadas a fazer isso pelos clientes, como é o caso dos gestores da Lótus Investimentos.

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