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  • joaovitorjacintho1

Custos operacionais: Tudo que você precisa saber para gastar menos

Seja qual for a modalidade de investimento que você pretende fazer, não dá para fugir dos custos operacionais. Esses custos, na verdade, são cobrados pelas corretoras, bancos, governo e a própria bolsa de valores (B3).


Por isso, é importante saber avaliar as diferentes taxas que podem incidir sobre seus investimentos, caso contrário, o investidor pode ver sua rentabilidade afetada. Se você quer saber tudo sobre custos operacionais, venha comigo nesta leitura!


O que são custos operacionais e como funciona?

Os custos operacionais se referem às cobranças que incidem sobre os investimentos, o que inclui taxas das corretoras e fundos, impostos, emolumentos e etc. De certa forma, esses custos podem afetar a rentabilidade do investimento dependendo da forma que ele é cobrado.


Um dos custos mais comuns é a taxa de corretagem. Quando você abre alguma operação de compra em qualquer ativo na bolsa de valores - seja uma ação, opção ou fundo de investimento imobiliário - a corretora ou o banco cobra uma taxa para abertura desta operação. Porém, muitas corretoras eliminaram este tipo de custo operacional, o que facilitou para muitos investidores.


Os emolumentos são custos operacionais cobrados diretamente pela B3 em cada operação de compra e venda. Esse tipo de valor, chamado de taxa de negociação, é cobrado para pagamentos de despesas da B3 em relação ao mercado secundário.


Em relação aos fundos de investimentos (e também nos FIIs), a maioria deles cobra uma taxa de operação chamada de taxa de administração. Este custo operacional é usado para pagar as despesas de gestão e operação, sendo que seu valor incide sobre o patrimônio total do fundo.


Também em relação aos fundos, muitas vezes se tem a famosa taxa de performance, que é um valor que incide sobre a rentabilidade do fundo. Porém, ela só é cobrada quando o lucro do fundo superar o benchmarch do investimento - sendo superior ao CDI ou ao Ibov. Assim, ela ocorre sobre uma alinhagem de interesses entre a administradora do fundo e o cliente, já que ambos buscam o lucro dos investimentos para lucrar.


Em relação aos investimentos em renda fixa, é muito comum a cobrança de impostos. Tanto para investir no tesouro direto quanto em títulos de bancos privados como CDBs, existe uma alíquota que incide sobre a rentabilidade, que varia de 15% a 22%.


Como calcular?

A primeira coisa que o investidor precisa ter em mente é como é cobrado determinado custo operacional. Algumas taxas são cobradas no valor total do investimento, tais como:


● Emolumentos;

● Corretagem;

● Taxa de administração;

● Taxa de custódia.


Desta forma, independente da sua rentabilidade, esses custos estão incluídos em qualquer operação no mercado financeiro. Outras taxas são incididas sobre os lucros auferidos. Desta forma, dependendo do “tamanho” da taxa, seus lucros podem ser afetados, principalmente quando se trata do imposto de renda.


Como reduzir os custos operacionais?

Acima de tudo, o investidor precisa avaliar qual potencial de lucro que o ativo investido possui e, depois, analisar os custos operacionais. Até porque, em muitas situações, existem fundos de investimentos - ou FIIs - que possuem taxas aparentemente altas, mas com potencial de lucro elevado.


O contrário também é verdadeiro. Fundos com taxas relativamente baixas, mas com histórico de péssima rentabilidade, o que pode se tornar uma verdadeira cilada. Portanto, o investidor precisa ficar ligado no perfil do investimento e refletir se seus custos são menores que a capacidade de rentabilização.


Em relação aos investimentos em renda fixa, as aplicações acima de 2 anos são mais vantajosas, pois o imposto de renda é menor. Desta forma, a opção por títulos mais longos poderá te fazer economizar em impostos.


Outra situação que pode ajudar o investidor a reduzir os custos operacionais é optar por corretora com taxas de corretagem baixas ou inexistentes. Atualmente, muitas corretoras não cobram este tipo de custo, o que na “ponta do lápis” pode ser vantajoso para quem faz muitas operações no mercado financeiro.


Certamente, o mais importante na questão dos custos operacionais é escolher bons ativos e investir em produtos de qualidade, sempre com os olhos no “longo prazo”. Assim, os custos ficarão diluídos diante da rentabilidade. Como isso é uma tarefa que demanda conhecimento e tempo de estudo, talvez seja mais interessante deixar seus investimentos na mão de uma gestora, como a Lótus Investimentos.

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